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Como assinante há muitos anos
do jornal ESTADO DE MINAS, acompanho com muito interesse a publicação da revista
Economia, desde a sua primeira edição. Quero parabenizá-los pela qualidade editorial da
revista e pela seriedade com que são trabalhadas as matérias. Muito oportuna e bem
elaborada a reportagem sobre as potencialidades da nossa capital, onde são mostrados os
principais setores da economia do município com melhor capacidade de retorno aos
investimentos realizados.
É sabido por muitos que a vocação de Belo Horizonte é para o turismo de
negócios. Temos um potencial imenso a explorar neste campo, sobretudo na captação de
congressos e realização de feiras. Estas promoções, segundo dados da Organização
Mundial de Turismo (OMT), impactam outros 52 segmentos da economia, com reflexos altamente
positivos na geração de renda e emprego em setores como rede hoteleira, restaurantes,
locadoras de veículos, companhias aéreas, para citar apenas alguns, mas, resumindo, os
eventos têm a propriedade de interferir na economia do município de uma forma
geral.
Acredito que, pela importância que o turismo de eventos representa para Belo
Horizonte, a reportagem poderia ter explorado com mais profundidade este assunto.
Aproveito a oportunidade para deixar aqui a minha sugestão para que, em uma das futuras
edições da revista, o turismo de eventos seja alvo de matéria que mostre as reais
potencialidades deste mercado que movimenta bilhões de dólares em todo o
mundo. |
Nelson de
Souza Cunha,
Presidente do Sindicato de Empresas de Promoção,
Organização e Montagem de Feiras, Congressos e
Eventos de Minas Gerais (Sindiprom) |
A revista Economia está realmente muito boa. A idéia do ESTADO DE MINAS em lançar este
tipo de produto é muito válida pelo fato de tratar os assuntos de forma muito suscinta e
objetiva. É muito gratificante encontrar dentro de uma revista várias reportagens
interessantes que não encontramos em outras revistas do gênero. A reportagem Em
busca de harmonia, elaborada por Idamaris Félix, foi sensacional. Este tipo de
reportagem de comportamento é muito interessante porque nos dá uma visão daquilo que a
gente não tem sobre determinado assunto. Gostaria que vocês continuassem a descobrir
assuntos como esses que estão sendo publicados. Busco sempre a revista de Economia para
estar por dentro dos assuntos da minha área e é gostoso e gratificante deparar com temas
tão interessantes que são tratados com seriedade. Parabéns! |
Marina
Pellegrini,
Pellegrini Rodrigues
Auditores Independentes,
Belo Horizonte |
Ao ler a revista Economia O Futuro de BH, resolvi enviar esta carta, para
fazer um comentário à respeito da reportagem Em busca da harmonia. O Feng
Shui ou geomancia (adivinhação por figuras e linhas encontradas ao acaso...), nada mais
é que uma velha filosofia religiosa criada há mais ou menos 4.000 anos A.C., utilizada
nestes últimos dias pelos adoradores da Nova Era, e representa uma fraude. Por que uma
filosofia tão antiga somente produz efeitos agora? É um modismo dispendioso e condenado
pela Bíblia, a Palavra de Deus (Deuteronômio cap. 18, vers. 9 a 14).
Sugiro a esta respeitosa revista que faça uma reportagem com empresários ligados à
Adhonep, uma Associação de Homens de Negócios, presente em mais de 120 países. No
Brasil, existem mais de 650 grupos ou capítulos, sendo que, em Belo
Horizonte, muitos empresários conhecidos são associados. O sucesso pessoal e
profissional é garantido e não lesa o bolso! |
Fernando
Henrique Massote,
Governador Valadares (MG) |
Sobre a matéria de capa da edição de maio (Minas.com), uma observação: sendo um
número teórico, o índice P/L (preço/lucro) não mede necessariamente a quantidade de
anos para que os dividendos paguem o investimento em ações, como afirmado. Para
dividendos não de 100%, mas de 25% do lucro, esse número de anos seria, em tese, quatro
vezes o P/L. |
Sergio
Amaral,
Gerente de consultoria
sergioas@deloitte.com.br |
Gostei muito da reportagem Mães e chefes de família (edição de maio). Este
assunto é muito importante para mim, com histórias de mulheres fortes, desbravadoras e
profissionalmente realizadas. |
Geralda Leila da Silva,
Nova Serrana (MG) |
Sou assinante da revista Economia, da qual gosto muito. Porém, creio que falta algo na
revista que remete ao próprio título e que é raro de se encontrar na mesma:
agricultura. Espero que vocês pensem sobre isso e abram um espaço para esse setor na
revista, haja visto que a economia de nosso país é bastante voltada para essa área. |
Marcel Lippelt,
Estudante de Engenharia Agrícola da Universidade
Federal de Viçosa |
Muito boa a reportagem sobre as pontecialidades de Belo Horizonte, retratada com
objetividade e seriedade, mostrando que esta revista veio para ficar. Aguardamos uma
reportagem sobre as dez cidades do interior mineiro com melhores pontecialidades. |
Paulo R.
S. Barbosa,
São Paulo (SP)
paulorsb@uol.com.br |
Já se percebe que a revista Economia do ESTADO DE MINAS está madura. É uma publicação
que enxerga tanto entre as montanhas como muito além delas. O cuidado editorial e a
qualidade gráfica completam a maturidade da revista, que já faz parte do nosso rol de
leituras obrigatórias. Parabéns. |
César
Ferraz,
Ave, Palavra |
Parabéns pela excelente qualidade das matérias. Sou estudante de Direito e tenho
acompanhado as edições da revista, que me têm servido como fonte de pesquisa. Gostaria
que fizessem mais matérias sobre a Reforma Tributária e suas implicações no estado de
Minas Gerais. |
Adriana
Lopes Costa,
Teófilo Otoni (MG) |
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